Oi Gente, espero encontra-los bem e em paz, agradeço a todas as visitas e comentários, e dizer que não deixem de visitar o flog do Zine Brasil, onde vários artistas têm ilustrado o personagem O Brasileiro, criação desta que vos fala, hoje como bem podem ver, temos mais uma HQ Nacional, Alice: A Patrulheira criação de Roberto Sabino, Clique na Imagem da Capa para ler a HQ no outro Blog, mas não antes de conhecerem a personagem e seu criador. Abraços a todos e fiquem com DEUS.

 

Alice: A Patrulheira

 

O nome dela é Maria Alice Nascimento Souza, ou simplesmente “Alice”, ela é a primeira policial a trabalhar no policiamento de estrada, a vocação veio da admiração pelo pai, que foi policial rodoviário (hoje aposentado) do 1º batalhão rodoviário do estado, e que lhe falava das dificuldades do inicio; com as estradas de barro e da falta de estrutura dos primeiros anos.

Na medida do possível dentro da profissão de policial, Alice é uma pessoa humana, idealista, integra, e para querer viver assim neste sistema com tanta corrupção, realmente tem que ser um herói, (ou heroína).

Ela tem muitos amigos na comunidade que vive à beira da estrada, são os estudantes de um pequeno vilarejo, Jonas o frentista que trabalha num posto de serviços, próximo ao posto policial, Dna Joana a doceira e Pedrinho, garoto órfão de pai que trabalha à beira da estrada para ajudar a mãe, todos eles fazem parte do universo de Alice; participando de suas aventuras juntamente com seus colegas policiais.

A grande força do personagem é a identificação que as pessoas têm com Alice, pois ela é humana como nós, podendo passar por todas as coisas que sofremos: medo, angustia, coragem, revolta; ou seja ela é vulnerável como cada um de nós, e luta pelo que acredita é quer viver numa terra onde haja igualdade e justiça para todos.

 

Inspiração

 

PERFIL DO AUTOR

 

Roberto Sabino

 

Meu interesse por quadrinhos começou há muito tempo na década de 60, lia e colecionava todos os títulos da Editora EBAL e RGE (atual Globo).

            Comecei a desenhar ainda no 1º ano na escola, lembro-me que certa vez quando meus amiguinhos de classe desenhavam figuras humanas, com “bolinhas” e “pauzinhos”, eu desenhei a figura de um homem de paletó e gravata, que chamou a atenção de todas as professoras da escola...

            Sim, tenho idéias sobre quadrinhos há muito tempo, fiquei fascinado quando tomei conhecimento dos trabalhos dos grandes mestres como: Hal Foster (Príncipe Valente), Alex Raimond (Flash Gordon e Agente X 9), Burn Hogath (Tarzan), Jerry Robinson, Neal Adans, Paul Gulacy (Batman), Curt Swan (Superman); Lee Falk. Phil Davis, Sy Barry, Geoge Olsen, Paul Rian (Fantasma); os nacionais Jayme Cortez, Rodolfo Zalla, Eugenio Colloneze, Nico Rosso, Flavio Colin, (todos desenhando HQS de terror), Ignácio Justo (especializado em HQS de guerra). Depois as gerações mais novas como: Mozart Couto, Rodval Mattias, Watson Portela, Emir Ribeiro, Deodato Borges Filho, (Mike Deodato); e tantos outros. Sem falar desta ultima geração que são tão bons que estão trabalhando para os “gringos”, que são tantos que não vou nem citar o nome, pois a lista seria extensa.

A idéia de criar a Alice veio da inspiração de uma pessoa “real”, e também de umas idéias de outro personagem de minha infância do 1º seriado da televisão brasileira: “O Vigilante Rodoviário”.

Tenho outros personagens e algumas histórias escritas, todos eles são personagens humanos e sem superpoderes.

Minha idéia é fazer álbuns, e não uma série de histórias seria um álbum de cada personagem e para cada tema.

O meu tema preferido de história é sempre “aventura”, ou seja a luta do ser humano em busca de igualdade e justiça, isso pode acontecer num universo atemporal, ou seja, na atualidade, no Brasil colonial, ou numa época futura.

Eu não tenho um tipo de HQ preferida, gosto de qualquer HQ bem escrita e bem desenhada, admiro os quadrinhos norte-americanos da DC e Marvel, tenho ultimamente lido mais HQs européias, e tenho uma grande paixão pela HQ nacional, é muito triste ver o artista nacional ser injustiçado e não ter oportunidade devido à falta de visão dos editores, das editoras e do próprio brasileiro que não incentiva. Muita gente critica o quadrinho nacional, diz que brasileiro não sabe criar bons argumentos, boas histórias; mas eu discordo, temos bons roteiristas, agora quanto a desenhar não tem nem o que falar, o brasileiro é “fera”.

 

 

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